terça-feira, 20 de março de 2018

Mouvements étudiants dans les capitales du monde ibéro-latino-américain avant et après 1968 : histoires, mémoires et représentations Movimientos estudiantiles en las capitales ibero-latino-americanas antes y después de 1968: historias, memorias y representaciones


CAMPUS DES CORDELIERS | 15 RUE DE L’ÉCOLE DE MÉDECINE | ESCALIER B, 3e ÉTAGE

Movimientos estudiantiles en las capitales ibero-latino-americanas antes y después de 1968: historias, memorias y representaciones Con la conformación de los movimientos estudiantiles las capitales se convierten en una arena de lucha, en un terreno de experimentación política y cultural. En Ciudad de México, por ejemplo, las brigadas estudiantiles del CNH colmaron plazas, centros históricos y marcaron la memoria de ciertos lugares, como la emblemática Plaza de Tlatelolco. Y qué decir de Montevideo, en donde la cercanía de ciertas facultades a barrios obreros y fábricas generó un ambiente de tensión entre los movimientos estudiantiles y la fuerza pública. Desde estos espacios urbanos y capitalinos se definieron las identidades políticas de los movimientos, así como también sus prácticas contraculturales y, posteriormente, conmemorativas. Pero la capital no es un terreno neutro. Más allá de su peso simbólico y jerárquico sobre las demás ciudades y provincias, la capital supone relaciones de poder que le son propias. Al ser el principal centro político-administrativo de un país, la capital resulta ser el lugar en donde se negocian intereses diversos y en donde se definen las maneras de resolver problemas nacionales. En este sentido, para un Estado la capital puede transformarse también en un terreno de experimentación. La masacre de Tlatelolco, por ejemplo, en tanto que acto autoritario dirigido por representantes del Estado, fue, según Carlos Montemayor (La violencia de Estado en México, 2010), un “laboratorio de experimentos represivos”. Además, la capital es un lugar privilegiado para la industria cultural de la sociedad de masas y, por lo tanto, para la lógica del consumo. Cómo entender entonces la configuración de las relaciones entre los movimientos estudiantiles y los centros de consumo, de poder administrativo y, muchas veces, financiero.

9h30 Recepción de los ponentes 

9h45 Presentación de la jornada Dirección del CRIMIC: 
Miguel Rodríguez  Organizadores: Dorothée Chouitem, Anaïs Ornelas, David Jurado y René Ceceña Álvarez (CEM-UNAM) 

10h15 Ponencia inaugural 
“Las capitales latinoamericanas como espacios de conflicto en los años 1968”  
Eduardo Rey Tristán, Universidad de Santiago de Compostela    
Modera Camille Lacau St Guily (MC Lettres-Sorbonne Université) 

11h00 Ciudad de México  
“Historia y conmemoración del 68 en la Ciudad de México: geografías inconclusas” 
Eugenia Allier, Universidad Nacional Autónoma de México  

“A la sombra del 68. Nuevos enfoques sobre el movimiento estudiantil en México  (siglo XX)» 
Guillaume Duarte, doctorante del IHEAL-CREDA, Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3  y doctorante asociado al CEMCA.
Romain Robinet, maître de conférences en histoire contemporaine, Université d’Angers, TEMOS (Temps, mondes, sociétés) CNRS FRE 2015. 
Moderan Anaïs Ornelas (doctorante CRIMIC) y Gerardo Perfors Barradas (doctorante CRIMIC) 

12h30 Pausa – Comida 

14h30 Montevideo 
«El 68 uruguayo en perspectiva histórica: tradición y coyuntura en la agitación estudiantil» 
Carlos Demasi, Universidad de la República Modera Dorothée Chouitem (MC Lettres-Sorbonne Université) 

15h15 Buenos Aires 
“Reforma Universitaria y movimiento estudiantil, de Buenos Aires a Córdoba y La Plata: itinerarios, actores y escenarios” 
Pablo Buchbinder, Universidad de Buenos Aires Modera Miguel Rodríguez (Professeur HDR Lettres-Sorbonne Université) 

16h00  Pausa 

16h15 Rio de Janeiro/Brasilia 
«Cultura e política: as movimentações estudantis brasileiras no período pós-1968» 
Mirza Pellicciotta, Universidad de São Pablo  
Modera Michel Riaudel (Professeur HDR Lettres-Sorbonne Université) 

17h00  Madrid 
“Agitación en las calles: la lucha política en Madrid del tardofranquismo a la Transición (fotografía y prensa gráfica)”
Rafael Rodríguez Tranche, Universidad Complutense de Madrid 
“Spagna’68 de Helena Lumbreras, un testimonio cinematográfico clandestino sobre los movimientos estudiantiles en Madrid y Barcelona en 1968”  
Elena Blázquez, CRIMIC-Lettres-Sorbonne Université Modera Nancy Berthier (Professeur HDR Lettres-Sorbonne Université)




terça-feira, 24 de julho de 2012


Sociedade civil faz mutirão pelo Grupo Tortura Nunca Mais

Diversas entidades da sociedade civil deram uma grande mostra de solidariedade ao Grupo Tortura Nunca Mais do Rio de Janeiro na segunda-feira (23), quando espontaneamente fizeram um mutirão de limpeza e participaram da reunião semanal na sede do grupo. Na sexta-feira (20) a sede do grupo foi invadida e furtada. Entidades enviarão uma carta à Presidência da República prestando solidariedade ao grupo e exigindo a apuração dos fatos.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

UMA ONDA MUNDIAL DE REVOLTAS 
Movimentos Estudantis de 1968

CAPA DO LIVRO
LUÍS ANTONIO GROPPO - Ap. Financeiro: FAPESP 
Apresentação:Regis de Morais
Ap. Cultural: UNISAL • 294p. • ISBN: 85-85541-59-8
Debruçando-se sobre o convulso século xx, este livro tem como categoria central de exame os movimentos de juventude. Com sua abordagem sociológica e bem construída à luz da história, resgata uma época em que a juventude, tendo recebido desafortunada herança, rebelou-se e se desesperou. Groppo retoma, desse modo, a importância dos acontecimentos de 68, quando os jovens foram os portadores de um sentido revolucionário e uma geração alcançou a relevância de seu papel nos processos de transformação social. Ao mostrar quanto cada época é responsável pela formação de seus jovens, revela o valor do passado contestatório para se entender a participação política da juventude contemporânea. Assim, resulta em uma obra a ser consultada por pesquisadores, mas também pela juventude atual, inquieta em busca de horizontes de atuação em nossa sociedade tão esquecida da ousadia revolucionária. 

sábado, 31 de março de 2012

Boitempo e Carta Maior lançam "Occupy - movimentos de protesto que tomaram as ruas"



Depois de torturadores, apoiadores da ditadura são alvos de protesto em São Paulo


Os organizadores escolheram o 1º de abril, Dia da Mentira e aniversário de 48 anos do golpe, para discutir a questão "de modo bem-humorado e radical". Passando por jornais, empresas e lugares simbólicos do apoio civil à ditadura, o Cordão da Mentira irá desfilar pelo centro da cidade de São Paulo para apontar quais foram os atores civis que se uniram aos militares durante os anos de chumbo. Concentração para o ato deste domingo inicia às 11h30min, em frente ao cemitério da Consolação.

Mas afinal, o que é a liberdade?

Entre o legado artístico e literário de Millôr Fernandes, que despediu-se da vida dia 27, destaca-se Liberdade, Liberdade, uma peça de teatro de 1965 que foi um libelo contra a ditadura militar.
 
Por Millôr Fernandes


Apesar de tudo o que já se disse e de tudo o que dissemos sobre a liberdade, muitos dos senhores ainda estão naturalmente convencidos que a liberdade não existe, que é uma figura mitológica criada pela pura imaginação do homem. Mas eu lhes garanto que a liberdade existe. Não só existe, como é feita de concreto e cobre e tem cem metros de altura. A liberdade foi doada aos americanos pelos franceses em 1866 porque naquela época os franceses estavam cheios de liberdades e os americanos não tinham nenhuma. Recebendo a liberdade dos franceses, os americanos a colocaram na ilha de Liberty Island, na entrada do porto de Nova York. Esta é a verdade indiscutível. Até agora a liberdade não penetrou no território americano. Quando Bernard Shaw esteve nos Estados Unidos foi convidado a visitar a liberdade, mas recusou-se afirmando que seu gosto pela ironia não ia tão longe. Aquelas coisas pontudas colocadas na cabeça da liberdade ninguém sabe o que sejam. Parecem previsão de defesa antiaérea. Coroa de louros certamente não é. Antigamente era costume coroar-se heróis e deuses com coroas de louros. Mas quando a liberdade foi doada aos Estados Unidos, nós os brasileiros já tínhamos desmoralizado o louro, usando-o para dar gosto no feijão.


http://correiodobrasil.com.br/mas-afinal-o-que-e-a-liberdade/420923/

Centenário de Apolonio de Carvalho é homenageado com exposição e lançamento de livro


O Memorial da Resistência de São Paulo vai abrigar a exposição Apolonio de Carvalho, a trajetória de um libertário, composta por cerca de 30 painéis com fotos, documentos, cartazes e textos que percorrem a história militante de Apolonio desde sua infância até sua morte em 2005.
A abertura será no dia 31/03, a partir das 13h, quando será realizado também o lançamento do livro Uma vida de lutas – Renée France de Carvalho (Editora Fundação Perseu Abramo), que reúne os depoimentos autobiográficos da companheira de vida e de luta de Apolonio, Renée.
A exposição Apolonio de Carvalho, a trajetória de um libertário tem a curadoria de Stela Grisotti, pesquisadora e documentarista, e expografia de Rudi Böhm, diretor de arte e ficará em cartaz até 01/07.
O Memorial da Resistência de São Paulo está abrigado no antigo prédio do DOPS, no Largo General Osório, 86, bairro da Luz.

Abaixo o silêncio

Manifestação popular contra comemoração dos 48 anos do golpe militar reforça a necessidade de uma discussão ampla e clara sobre os tempos da ditadura
Nashla Dahas
Na tarde desta quinta (29), cerca de 300 militares se reuniram para comemorar os 48 anos do golpe militar de 1964, na sede do Clube Militar, no Centro do Rio de Janeiro. A reunião dos oficiais da Reserva incitou uma manifestação de centenas de civis, que se dirigiram à frente do clube, munidos de fotos de desaparecidos políticos, aos gritos de “torturadores” e “golpe não é revolução”.
As rememorações e os protestos parecem motivados por uma causa comum, por um compromisso latente, uma inquietação que vem do estômago e pode produzir tanto a indignação quanto o sorriso e o orgulho, a ordem ou a confusão.

domingo, 13 de março de 2011

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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

História em mudança....



A onda de protestos contra o ditador egípcio Hosni Mubarak no Egito eclodiu no dia 25 de janeiro. As manifestações que pedem o fim da permanência do líder no poder - que já dura 30 anos - ecoavam os protestos que haviam derrubado o líder da Tunísia duas semanas antes.
Só nos primeiros dois dias de protestos, cerca de 500 manifestantes foram presos. Segundo a ONG Human Rights Watch, 297 pessoas morreram nessas quase três semanas de conflito.
No dia 28, Mubarak demitiu todo o seu gabinete e começou a formar um novo governo. As mudanças não aplacaram os manifestantes, que continuaram a pedir a renúncia do presidente.
No dia primeiro de fevereiro pelo menos um milhão de pessoas foi às ruas, em cenas nunca vistas antes na história moderna do país, exigindo em uníssono a renúncia de Mubarak. Só na cidade do Cairo ao menos 500.000 pessoas concentraram-se na praça central Tahrir para a chamada "marcha do milhão", convocada pela oposição. Em Alexandria, a segunda maior cidade do país, de 400.000 a 500.000 pessoas foram para as ruas neste dia.
Há uma semana, Mubarak disse que gostaria de renunciar, mas que teme o caos no país caso deixe o poder. "Estou cheio. Depois de 62 anos no serviço público, eu tive o suficiente. Quero sair", afirmou à jornalista Christiane Amanpour, da rede norte-americana ABC.
Na última sexta-feira o oposicionista e ganhador do Prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei disse que poderia concorrer nas eleições presidenciais do Egito se o povo assim o pedisse, rejeitando a notícia veiculada por um jornal austríaco de que não disputaria o cargo.
Durante a crise o governo interrompeu o acesso à internet e o sinal de telefones celulares para tentar atrapalhar os planos dos manifestantes.
Com informações da Agência Reuters

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Centro de documentación y archivo para la defensa
 de los derechos humanos
 Corte Suprema de Justicia de Paraguay, Asunción
http://www.unesco.org/webworld/paraguay/index.html

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Reaparecem documentos da ditadura militar na UFRGS

Reaparecem documentos de comissão da ditadura militar na UFRGS

Dados como perdidos para sempre, documentos produzidos por um órgão de perseguição política criado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, no alvorecer da ditadura militar, foram descobertos no acervo da Universidade de Caxias do Sul (RS).

A localização de centenas de páginas com atas de uma Ceis (Comissão Especial de Investigação Sumária) comprova como tantos documentos sumiram: funcionários associados ao regime se apossaram deles. Os registros da Ceis instalada em maio de 1964 expõem a caça às bruxas e o estímulo à delação na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Hoje estão no Centro de Documentação da UCS (Universidade de Caxias do Sul). Integravam o arquivo particular do sociólogo Laudelino Teixeira de Medeiros, um dos 15 docentes da comissão destinada a punir a "subversão política" na UFRGS. Os professores cassados buscaram, mas jamais encontraram as atas. Referência da sociologia no Rio Grande do Sul, Laudelino foi amigo dos sociólogos Gilberto Freyre, brasileiro, e Raymond Aron, francês. Compôs a banca examinadora no doutorado de Fernando Henrique Cardoso. Morreu em 1999. No ano seguinte, sua família vendeu, por R$ 75 mil, seu arquivo e uma coleção de 17 mil volumes para a UCS. Em meio aos livros e à papelada que documenta a trajetória de Laudelino, estavam as atas da Ceis. Filho de Laudelino, o advogado Luiz Inácio Franco de Medeiros disse não se lembrar das atas. Jair Krischke, conselheiro do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, diz que soube da existência dos documentos por meio do arquivista Jorge Eduardo Enriquez Vivar, da Ong Arquivistas Sem Fronteiras.

Houve 41 professores punidos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A Ceis foi formada com base no Ato Institucional nº 1 e funcionou só em 1964. Além dos docentes representando 15 faculdades, nomeou-se um assessor militar: o general Jorge Teixeira, do antigo 3º Exército. As atas revelam que o Exército e o Dops informavam a comissão. Entre os alvos da comissão estava o então estudante de Direito Marcos Faerman, famoso jornalista gaúcho já falecido, que trabalhou no Jornal da Tarde, do Grupo Estado, em São Paulo. Em uma reunião da Comissão Especial de Investigação Sumária da UFRGS, o professor Laudelino Teixeira de Medeiros, da Faculdade de Filosofia, lamentou a possível não punição de "subversivos". Ele disse, conforme a ata: "Sinto que pessoas que manifestamente, até por escrito, tiveram participação condescendente e até promotora de atos de subversão ficam fora do jogo".

Fonte: http://poncheverde.blogspot.com/2010/01/reaparecem-documentos-de-comissao-da.html

O presidente da comissão, Nagipe Buaes, da Faculdade de Ciências Econômicas, pediu: "Não poderia Vossa Excelência dar, por conseguinte, em caráter secreto, a esta presidência, os nomes dessas pessoas a fim de que elas possam ser arroladas, sem revelar de onde emanou a fonte de informação?" Laudelino se antecipara, mas nomeou: "Eu já dei por escrito. Um nome, por exemplo, é o do professor Pery Pinto Diniz da Silva". Era o antigo vice-reitor, que renunciara após o golpe de 1º de abril de 1964.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

La UNESCO alarmada por la proliferación de los ataques armados contra profesores y alumnos

Los ataques perpetrados por motivos políticos o ideológicos contra profesores, alumnos y centros docentes está aumentando en el mundo, según el estudio de la UNESCO titulado Education under Attack 2010 [La educación, víctima de la violencia armada – 2010], publicado hoy. Estos actos violentos son a menudo obra de grupos armados de insurrectos, pero también son perpetrados en ocasiones por tropas de los ejércitos regulares.

Education under Attack 2010 [La educación, víctima de la violencia armada – 2010] es el segundo estudio de la serie dedicada a este tema. El primero se publicó en 2007. El estudio va acompañado por un informe elaborado por varios expertos en educación, seguridad y derecho internacional. En este documento, titulado Proteger la educación contra los ataques: un balance, se examinan a fondo las lecciones sacadas de las acciones preventivas y las respuestas posibles, en particular desde el punto de vista del derecho internacional y de la experiencia de los programas aplicados sobre el terreno. Este informe recoge en particular las recomendaciones formuladas en un coloquio sobre el tema que tuvo lugar en París en 2009.

La publicación de ambos informes ha sido posible gracias a la generosa ayuda financiera aportada por Su Alteza la Sheikha Mozah Bint Nasser Al-Missned de Qatar, Enviada Especial de la UNESCO para la educación básica y la educación superior. La labor que ha llevado a cabo en estos últimos años ha permitido atraer la atención de los dirigentes internacionales y del público en general sobre los ataques perpetrados contra el sector de la educación.
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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

história, memória e política

Perseu: história, memória e política abriu edital de chamada de artigos para seu quinto número, que terá como dossiê Rebeliões: motim e negociação e para o qual pedimos a atenção dos colegas bem como a sua divulgação.
Para a visualização do edital, acesse:
http://www2.fpa.org.br/portal/modules/news/article.php?storyid=5257

domingo, 6 de dezembro de 2009

Brasil: O Gigante vizinho

BBC Brasil: "Fomos a cada um dos países vizinhos do Brasil"...
Para ler esta edição especial clique no título

Correo de la UNESCO 2009 - número 9: Memoria e historia

Desde las dictaduras atroces del Cono Sur de América Latina, la República Dominicana y Camboya hasta la exterminación del reino de los burgundos, pasando por la "Ilustración" coreana, los fastos y secretos del reino malgache, la saga de los bosquimanos del Kalahari y el fracaso constructivo de la Sociedad de Naciones, la memoria y la historia se abren camino en los artículos de este número para revelarnos la extraordinaria riqueza del patrimonio documental de la humanidad.
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Conheça a Nossa Historia - Visite o Memorial da Resistência

Denominado Memorial da Liberdade, foi inaugurado em 2002, sob a gestão do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Em agosto de 2007, já integrado à Estação Pinacoteca, recebeu, por iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, um projeto com nova perspectiva museológica, visando ampliar a ação preservacionista e seu potencial educativo e cultural, por meio de reflexões sobre os distintos caminhos da memória da resistência e da repressão.A implantação deste projeto teve início no dia 1º de maio de 2008, com a mudança do seu nome para Memorial da Resistência. Coordenados pela Pinacoteca do Estado de São Paulo, os trabalhos foram desenvolvidos por equipe interdisciplinar, contando com a participação do Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo, além do apoio de diferentes colaboradores e instituições culturais, notadamente o Arquivo Público do Estado de São Paulo, onde está depositado o arquivo do DEOPS/SP.

O programa museológico do Memorial está estruturado em procedimentos de pesquisa, salvaguarda e comunicação patrimoniais, orientados sobre enfoques temáticos que evidenciam as amplas ramificações da repressão e as estratégias de resistência, por meio de seis linhas de ação: Centro de Referência, Lugares da Memória, Coleta Regular de Testemunhos, Exposições, Ação Educativa e Ação Cultural. Espera-se que o desenvolvimento dessas ações possa colaborar na formação de cidadãos conscientes e críticos de seu passado, sensibilizar e promover a importância do exercício da democracia, da cidadania e dos direitos humanos.

O espaço expositivo do Memorial da Resistência estruturado em quatro eixos temáticos:
- O edifício e suas memórias: são apresentados os diferentes usos e apropriações do edifício - construído no início do século XX para abrigar os escritórios e armazéns da Companhia Estrada de Ferro Sorocabana - além da estrutura e funcionamento do DEOPS/SP. - Controle, repressão e resistência: o tempo político e a memória - as noções e as estratégias de controle, repressão e resistência que configuram a abordagem deste espaço, apresentadas a partir de estrutura conceitual em painel interativo, desenvolvidas em uma linha do tempo (1889, ao ano de 2008) e referenciadas por um conjunto de publicações.
- A construção da memória: o cotidiano nas celas do DEOPS/SP - Este eixo trata exclusivamente do período do regime militar (1964 a 1983), a partir de diversos recursos expográficos como uma maquete tridimensional que permite ao visitante compare o espaço prisional dos anos de 1969 a 1971 com o momento atual.

A primeira cela mostra os trabalhos do processo de implantação do Memorial da Resistência; a segunda presta uma homenagem aos milhares de presos desaparecidos e mortos em decorrência de ações do DEOPS/SP; na terceira cela foi reconstituída a partir das lembranças de ex-presos políticos e a quarta cela oferece uma leitura da solidariedade entre os que estiveram encarcerados naquele local. Neste contexto do cotidiano na prisão, evoca-se também uma celebração religiosa realizada pelos frades dominicanos presos em 1969. Finalmente, um diorama permite ao visitante compreender como as manifestações públicas de resistência, naquele período, ecoavam nas celas.

- Da carceragem ao Centro de Referência: oferece possibilidades de aprofundamento temático, por meio da consulta a bancos de dados referenciais, destacando-se o Banco de Dados do PROIN – Projeto Integrado de Pesquisa desenvolvido pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Universidade de São Paulo. Neste espaço também são apresentados objetos e documentos provenientes de dossiês e prontuários produzidos pelo DEOPS/SP, sob a guarda do Arquivo Público do Estado de São Paulo, além de iconografia sobre os diferentes espaços do edifício.

Ainda em conformidade com a sua missão, a ação educativa do Memorial propõe-se à construção de diálogos entre o discurso expositivo e o público, por intermédio do desenvolvimento de processos formativos para educadores (ensino formal e não formal), da realização de visitas orientadas e da produção de materiais pedagógicos de apoio.

Projeto Museológico
Coordenação - Marcelo Mattos Araújo
Consultoria em Museologia - Maria Cristina Oliveira Bruno
Consultoria em História - Maria Luiza Tucci Carneiro
Consultoria em Educação - Mila Chiovatto e Gabriela Aidar
Consultoria sobre o Cotidiano nas Celas do DEOPS/SP - Ivan Seixas e Maurice Politi
Equipe Técnica de Implantação
Museologia - Kátia Regina Felipini Neves
História - Erick Reis Godliauskas Zen
Educação - Caroline Grassi Franco de Menezes
Apoio - Fórum Permanente dos Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo, Projeto Integrado Arquivo Público do Estado / Universidade de São Paulo – PROIN, Arquivo do Estado de São Paulo.

SERVIÇO: Memorial da Resistência
Estação Pinacoteca
Largo General Osório, 66 – Luz
São Paulo – SP
Telefone: 55 11 3337.0185, ramal 27
E-mail: memorialdaresistencia@pinacoteca.org.br
www.pinacoteca.org.br
Entrada gratuita de terça-feira a domingo, das 10h às 17h30.
Ação Educativa - Informações e agendamento: Telefone: 55 11 3324.0943/0944
Fonte: Banco Cultural

sábado, 24 de outubro de 2009

Manifesto em defesa do MST

Documento assinado por personalidades do Brasil e de vários países defende Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra de ataques que vem sofrendo na mídia brasileira e nos setores conservadores do Congresso Nacional. "Há um objetivo preciso nos ataques ao MST: impedir a revisão dos índices de produtividade agrícola - cuja versão em vigor tem como base o censo agropecuário de 1975 - e viabilizar uma CPI sobre o movimento. Com tal postura, o foco do debate agrário é deslocado dos responsáveis pela desigualdade e concentração para criminalizar os que lutam pelo direito do povo", diz o texto.
Redação - Carta Maior
Para ler o manifesto clique no título

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mudanças climáticas vitimam povos indígenas andinos

As mudanças climáticas da última década estão acentuando geadas, friagens, chuvas e enchentes e afetando o centro e o sul dos Andes, onde se concentram diversos povos indígenas da Bolívia, Colômbia, do Equador e Peru, países da Comunidade Andina (CAN). Apesar de serem os mais afetados, os grupos não integram os comitês nacionais sobre o clima, denunciou ontem (15) um comunicado da Coordenadora Andina de Organizações Indígenas (CAOI).
Nas zonas mais altas do Andes, infecções respiratórias agudas (IRAS), como bronquite e pneumonia, são as principais causas de mortes de crianças e idosos. Já nas regiões mais baixas, a maioria dos óbitos decorre das enfermidades diarréicas agudas (EDAS).

O serviço de água potável só alcança 37% da população rural boliviana e 39% da equatoriana. Além disso, apenas 45% das zonas rurais dos quatro países andinos possuem saneamento básico.
Nas regiões andinas localizadas a cerca de três mil metros do mar, os ventos gelados vindos da Antártida têm chegado a 40 km/h e causado quedas bruscas na temperatura. As friagens decorrentes afetam a agricultura, a pecuária e a saúde humana, provocando bronquite e pneumonia, principalmente, em idosos e crianças de até cinco anos.

Nas serras peruanas, a temperatura média oscila entre 12ºC e -12ºC, principalmente em regiões como Pasco, Junín, Huancavelica, Puno, Cusco, Arequipa, Moquegua e Tacna (serras ao centro e sul).

No Equador, o fenômeno El Niño ocasionou chuvas intensas em março do ano passado. As enchentes resultantes atingiram as serras e a costa do país, afetando 500 mil pessoas e destruindo pontes, estradas e sistemas de abastecimento de água. Houve inúmeros casos de dengue e hepatite.

Em diversas regiões da Bolívia, as fortes precipitações somadas às friagens e chuvas de granizo causaram, em março de 2007, inundações, desmoronamento e enchentes. Mais de 100 mil famílias foram afetadas, metade delas indígenas da região do altiplano. Cerca de 80 mil hectares de cultivo foram destruídos. As informações são da CAOI.
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Fontes contemporâneas: imprensa, organizações, associações...

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Iconografia

Iconografia
Paris, 1968

História das esquerdas latino-americanas

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